Maravilha de semestre. Tudo que foi feito já está arquivado e agora é "seguir viagem". À esta cadeira, podemos creditar o início da interação entres os colegas - por todos os trabalhos serem em grupo. O que nos fez criar laços afetivos que nos acompanharão ao longo de todo o curso.
Aos professores, o nosso agradecimento pelas dicas e experiências possibilitadas. Desejamos que tenham gostado do resultado.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Uma opinião pessoal
O Programa de TV ontem superou-me as expectativas.
Confesso que no início do semestre, quando recebi o cronograma, queria que chegasse logo (e de fato chegou) a data do programa de rádio - sempre tive uma certa "tara" por esse veículo de comunicação. Não que eu a tenha perdido, mas o resultado do nosso programa não foi como eu gostaria. Acho que nesse meio deve-se começar sozinho, fazendo dos ouvintes os seus companheiros. Falar para eles como se estivesse conversando com eles. A partir daí, já com prática, poder participar de "mesas redondas" de maneira mais agradável. Mas, como diz o Mércio: ''Enfim'', foi válido - até por ser um primeiro contato.
Já a respeito da TV, dessa eu nunca gostei. Para mim, a grande parte dos programas televisivos é um cinismo só. Risos e falas forçadas até nas emissoras mais consagradas. Só que o programa rendeu, e os dez minutos da parte do debate que eu participei passaram-se voando.
Análises que me fazem dar razão às populares frases: "A expectativa é o primeiro passo para a decepção" e "Às vezes, de onde menos se espera é que vem alguma coisa".
Gabriel Araujo
Confesso que no início do semestre, quando recebi o cronograma, queria que chegasse logo (e de fato chegou) a data do programa de rádio - sempre tive uma certa "tara" por esse veículo de comunicação. Não que eu a tenha perdido, mas o resultado do nosso programa não foi como eu gostaria. Acho que nesse meio deve-se começar sozinho, fazendo dos ouvintes os seus companheiros. Falar para eles como se estivesse conversando com eles. A partir daí, já com prática, poder participar de "mesas redondas" de maneira mais agradável. Mas, como diz o Mércio: ''Enfim'', foi válido - até por ser um primeiro contato.
Já a respeito da TV, dessa eu nunca gostei. Para mim, a grande parte dos programas televisivos é um cinismo só. Risos e falas forçadas até nas emissoras mais consagradas. Só que o programa rendeu, e os dez minutos da parte do debate que eu participei passaram-se voando.
Análises que me fazem dar razão às populares frases: "A expectativa é o primeiro passo para a decepção" e "Às vezes, de onde menos se espera é que vem alguma coisa".
Gabriel Araujo
Boletim e programa de TV
Fomos solicitados a "entrar no ar" no saguão da Famecos, trazendo uma notícia. Foi um tanto apavorante, pois todos estavam perturbados tentando decorar seus textos. Quando assistimos em aula o resultado desse boletim televisionado, as risadas dominaram. Várias pessoas repetiram por terem errado o texto, por ter esquecido.. enfim, erros totalmente normais, porém muito engraçados.
Boletim Bibiane - Fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo
Boletim Gabriel - Morte de piloto durante vôo nos EUA
Na última aula que tivemos (ontem), realizamos os programas de TV ao vivo. Estes consistiam em dois blocos de 10 minutos, um com entrevista e outro com debate e puderam ser vistos pelo site da turma. (cyberfam.pucrs.br/labjornoite)
Achamos muito legal a experiência, para irmos nos habituando com essa situação.
Bibiane - Grupo 2
Gabriel - Grupo 4
Boletim Bibiane - Fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo
Boletim Gabriel - Morte de piloto durante vôo nos EUA
Na última aula que tivemos (ontem), realizamos os programas de TV ao vivo. Estes consistiam em dois blocos de 10 minutos, um com entrevista e outro com debate e puderam ser vistos pelo site da turma. (cyberfam.pucrs.br/labjornoite)
Achamos muito legal a experiência, para irmos nos habituando com essa situação.
Bibiane - Grupo 2
Gabriel - Grupo 4
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Os textos relativos ao módulo imagem renderam pouco na discussão em aula. Talvez isso tenha acontecido porque a turma estava perplexa com duas notícias aterrorizantes: a morte de Michael Jackson e o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Esse último, dominou a discussão. Os alunos, bastante indignados, foram acalmados pelas opiniões dos professores. Mércio e Pellanda nos tranquilizaram a respeito dizendo que a formação não vai deixar de ser essencial, pois é a base do profissional.
Módulo IV --> IMAGEM
Fases da TV brasileira
1ª fase: ELITISTA de 1950 a 1964
A TV nessa época era um luxo, apenas a elite tinha acesso.
No princípio todos os programas eram ao vivo
2ª fase: POPULISTA de 1964 a 1975
Programas de auditório de baixo nível.
Surgimento da TV Globo em 1965. Surgimento da TV em cores em 1972.
Fim do "ao vivo". Programas gravados através popularização do videotape.
3ª fase: DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO de 1975 a 1985
Produção própria e maior profissionalismo.
Nesse período, os militares incentivaram o crescimento da comunicação, pois a viam como forma de unificação. Queriam criar uma identidade nacional.
4ª fase: EXPANSÃO INTERNACIONAL de 1985 a 1990
Exportação de programas
5ª fase: GLOBALIZAÇÃO E TV PAGA de 1990 a 2000
6ª fase: CONVERGÊNCIA E QUALIDADE DIGITAL a partir de 2000
Internet, interatividade
1ª fase: ELITISTA de 1950 a 1964
A TV nessa época era um luxo, apenas a elite tinha acesso.
No princípio todos os programas eram ao vivo
2ª fase: POPULISTA de 1964 a 1975
Programas de auditório de baixo nível.
Surgimento da TV Globo em 1965. Surgimento da TV em cores em 1972.
Fim do "ao vivo". Programas gravados através popularização do videotape.
3ª fase: DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO de 1975 a 1985
Produção própria e maior profissionalismo.
Nesse período, os militares incentivaram o crescimento da comunicação, pois a viam como forma de unificação. Queriam criar uma identidade nacional.
4ª fase: EXPANSÃO INTERNACIONAL de 1985 a 1990
Exportação de programas
5ª fase: GLOBALIZAÇÃO E TV PAGA de 1990 a 2000
6ª fase: CONVERGÊNCIA E QUALIDADE DIGITAL a partir de 2000
Internet, interatividade
Boletins e programas de rádio
No dia 14 de maio, gravamos um boletim individual. Temas:
Gabriel - esportes/ futebol
Bibiane - economia
Foi uma experiência importante. Todos estavam um tanto nervosos, pois era nossa primeira fala "ao vivo". Foi engraçado ver esse nervosismo; os colegas lendo e relendo seus textos na fila.
Boletim Gabriel - "Futebol: Acabaram-se as especulações, e Paulo Autuori, agora oficialmente, é o novo treinador do Grêmio.Com chegada prevista para a próxima segunda-feira, o mais novo comandante tricolor traz consigo a própria comissão técnica: o auxiliar Renê Weber e o preparador físico Gilvan Santos. O treinador estreiará no comando do time contra o Botafogo, dia 24, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro. Logo após, o Grêmio vai à Venezuela enfrentar o Caracas pelas quartas-de-final da Copa Libertadores.
Para RádioFam, Gabriel Araujo"
Abaixo consta o link dos programas transmitidos ao vivo pela RádioFam.
Gabriel - grupo 2
Bibiane - grupo 4
http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjornoite/Lab_Jornaliso_Noite/Programas_de_Radio_2.html
Se no boletim individual os colegas estavam nervosos, no programa então...
Confira no link!
O que foi dito sobre os programas? Os professores deram sugestões tais como:
*Não ser tão informal quando se referir aos colegas de mesa
* Usar linguagem coloquial para informar o horário (ex: 9 da noite)
* Não ser "engraçadinho" demais - cuidar ironias demasiadas-
* Após uma notícia triste ( ligada à morte, por exemplo) não contar piadas
* Não usar pretéritos (Ex: eu queria fazer um comentário)
* Não deixar "brancos" no ar... falta de alguém falando.
Conselhos que com certeza foram de grande utilidade para um aperfeiçoamento e aprendizado.
Gabriel - esportes/ futebol
Bibiane - economia
Foi uma experiência importante. Todos estavam um tanto nervosos, pois era nossa primeira fala "ao vivo". Foi engraçado ver esse nervosismo; os colegas lendo e relendo seus textos na fila.
Boletim Gabriel - "Futebol: Acabaram-se as especulações, e Paulo Autuori, agora oficialmente, é o novo treinador do Grêmio.Com chegada prevista para a próxima segunda-feira, o mais novo comandante tricolor traz consigo a própria comissão técnica: o auxiliar Renê Weber e o preparador físico Gilvan Santos. O treinador estreiará no comando do time contra o Botafogo, dia 24, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro. Logo após, o Grêmio vai à Venezuela enfrentar o Caracas pelas quartas-de-final da Copa Libertadores.
Para RádioFam, Gabriel Araujo"
Abaixo consta o link dos programas transmitidos ao vivo pela RádioFam.
Gabriel - grupo 2
Bibiane - grupo 4
http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjornoite/Lab_Jornaliso_Noite/Programas_de_Radio_2.html
Se no boletim individual os colegas estavam nervosos, no programa então...
Confira no link!
O que foi dito sobre os programas? Os professores deram sugestões tais como:
*Não ser tão informal quando se referir aos colegas de mesa
* Usar linguagem coloquial para informar o horário (ex: 9 da noite)
* Não ser "engraçadinho" demais - cuidar ironias demasiadas-
* Após uma notícia triste ( ligada à morte, por exemplo) não contar piadas
* Não usar pretéritos (Ex: eu queria fazer um comentário)
* Não deixar "brancos" no ar... falta de alguém falando.
Conselhos que com certeza foram de grande utilidade para um aperfeiçoamento e aprendizado.
As forças do passado moldam o futuro
A partir da leitura do texto de Nelia Bianco, "As forças do passado moldam o futuro", que foi o mais discutido em aula. seguem as seguinte considerações sobre a transição do rádio para o modo digital.
O mais popular veículo midiático também possui o mais complicado método de transição do sinal analógico para o digital. São várias as propostas para a digitalização do meio – as principais, e antagônicas, vêm da Europa e dos Estados Unidos. Serão necessários novos aparelhos, pois a transformação será semelhante à que já podemos observar através da televisão. O estudo passa por notas de colocação nas novas freqüências tal como o uso online para a propagação do som. No sistema digital, o som AM passará a ter qualidade semelhante ao de FM e o som de FM semelhante ao áudio de CD. No Brasil, o sistema que leva vantagem para ser implantado é o americano IBOC (in-Band On-Channel), porque nele não há a necessidade da troca do dial, de freqüências. Nele, também é certo que não haverá a necessidade de novas licitações ou outorgas, e se acredita que não haverá a necessidade de trocas de torres e locais de transmissão. O que vai contra esse sistema é o fato de a tecnologia dele ser proprietária, para seu uso é necessário o pagamento de licenças. Mas, mesmo assim, a empresa detentora dos direitos (Ibquity) aceita negociar o valor para que se adote o IBOC. Por sua vez, para o sistema europeu DAB (Digital Áudio Broadcasting) é necessário uma faixa exclusiva de freqüência. Assim, ele não pode transmitir juntamente com ondas de emissoras analógicas – as quais são muito defendidas por setores conservadores que não aceitam uma troca bruta de transmissão. O DAB exige uma faixa de freqüências acima de 30MHZ, e as emissoras têm de transmitir pelo mesmo dial – o que é inviável para padrões comerciais de concorrência.
Foi também solicitada a leitura de Mágda Cunha, "Não é mais possível pensar o rádio como antes", porém este foi menos discutido em sala de aula.
O mais popular veículo midiático também possui o mais complicado método de transição do sinal analógico para o digital. São várias as propostas para a digitalização do meio – as principais, e antagônicas, vêm da Europa e dos Estados Unidos. Serão necessários novos aparelhos, pois a transformação será semelhante à que já podemos observar através da televisão. O estudo passa por notas de colocação nas novas freqüências tal como o uso online para a propagação do som. No sistema digital, o som AM passará a ter qualidade semelhante ao de FM e o som de FM semelhante ao áudio de CD. No Brasil, o sistema que leva vantagem para ser implantado é o americano IBOC (in-Band On-Channel), porque nele não há a necessidade da troca do dial, de freqüências. Nele, também é certo que não haverá a necessidade de novas licitações ou outorgas, e se acredita que não haverá a necessidade de trocas de torres e locais de transmissão. O que vai contra esse sistema é o fato de a tecnologia dele ser proprietária, para seu uso é necessário o pagamento de licenças. Mas, mesmo assim, a empresa detentora dos direitos (Ibquity) aceita negociar o valor para que se adote o IBOC. Por sua vez, para o sistema europeu DAB (Digital Áudio Broadcasting) é necessário uma faixa exclusiva de freqüência. Assim, ele não pode transmitir juntamente com ondas de emissoras analógicas – as quais são muito defendidas por setores conservadores que não aceitam uma troca bruta de transmissão. O DAB exige uma faixa de freqüências acima de 30MHZ, e as emissoras têm de transmitir pelo mesmo dial – o que é inviável para padrões comerciais de concorrência.
Foi também solicitada a leitura de Mágda Cunha, "Não é mais possível pensar o rádio como antes", porém este foi menos discutido em sala de aula.
Módulo III --> ÁUDIO
Fases do rádio
1ª fase: de 19922 a meados de 1930
Período de surgimento e implantação do meio
* 1923: 1ª emissora de rádio no Brasil, a Rádio Sociedade, no RJ.
Inicialmente, era feito da elite para a elite. Não tinha fins lucrativos.
2ª fase: de 1935 a 1955
Período de ouro. Programas de auditório, msicais e radionovelas.
Com a introdução da publicidade, houve uma popularização do rádio.
3ª fase: de 1955 aos anos 1960
Época em que o meio sofre um impacto do surgimento da TV e tem a sua "morte decretada". Há o desenvolvimento do rádiojornalismo e o surgimento do aparelho do transistor, que permite maior mobilidade.
4ª fase: década de 1970 e 1980
Consolidação do rádiojornalismo nos AM's. Prestação de serviços, segmentação e desenvolvimento das FM's.
5ª fase: atual
Novas formas de acompanhar e se adaptar ao impacto das novas tecnologias. Ex: web rádio e jornalismo na FM.
Características: Linguagem oral, imediatismo e mobilidade.
1ª fase: de 19922 a meados de 1930
Período de surgimento e implantação do meio
* 1923: 1ª emissora de rádio no Brasil, a Rádio Sociedade, no RJ.
Inicialmente, era feito da elite para a elite. Não tinha fins lucrativos.
2ª fase: de 1935 a 1955
Período de ouro. Programas de auditório, msicais e radionovelas.
Com a introdução da publicidade, houve uma popularização do rádio.
3ª fase: de 1955 aos anos 1960
Época em que o meio sofre um impacto do surgimento da TV e tem a sua "morte decretada". Há o desenvolvimento do rádiojornalismo e o surgimento do aparelho do transistor, que permite maior mobilidade.
4ª fase: década de 1970 e 1980
Consolidação do rádiojornalismo nos AM's. Prestação de serviços, segmentação e desenvolvimento das FM's.
5ª fase: atual
Novas formas de acompanhar e se adaptar ao impacto das novas tecnologias. Ex: web rádio e jornalismo na FM.
Características: Linguagem oral, imediatismo e mobilidade.
A Arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat
Na segunda aula do módulo texto discutimos o "Assim é, se lhe parece" do renomado jornalista e blogueiro Ricardo Noblat. Um texto que me causou um tanto de indignação e estranhamento, ainda mais quando a maior parte dos colegas disse que gostou. Mas a discussão acerca dele gerou uma boa aula sobre o possível fim do jornal impresso - e suas consequentes alternativas. Critico porque do jeito como foi escrito, Noblat passa a impressão de que o jornal impresso acabará no dia seguinte, além das inúmeras contradições que ele comete. Na página dezesseis a contradição é tanta que acontece após poucas linhas - quando diz a respeito dos fabricantes de papel e o reajuste dos preços; mas logo em seguida cita que o preço mais baixou que subiu. Depois, diz que várias empresas jornalísticas estavam literalmente quebradas, mas esquece de dizer quais. Será que ele não sabe que citações ajudam a deixar o texto mais convincente? Na listagem de deveres dos jornais, sugere que os jornalistas têm de "surpreender os leitores com informações que eles desconheçam". Deixando-se inferir que eles devem criar notícias - só pode ser isso. Um pouco depois diz que se deve "conferir menos importância às notícias de ontem e ocupar-se em antecipar as que ainda estão por vir". Tá bom, agora a nossa classe precisa ser, também, vidente. Será que ele consulta a Mãe Dinah para saber o que "está por vir"? Ao final da página dezessete, mais uma contradição; após fazer alusão de que eram necessários jovens para ajudar a renovar os jornais, ele diz que estes precisam ser minorias nas redações. Em seguida, já na página dezoito Ricardo Noblat diz que o jornal impresso teve seu atestado de óbito "assinado e lavrado em cartório pelo menos quatro vezes"; só que se esquece de dizer que, apesar de todas essas iminências do fim, o mesmo jornal impresso adaptou-se a elas e continua vivo.
Mas o maior dos absurdos, disparadamente, está no trecho que diz "Tenho dois filhos que estudam jornalismo. Uma vez formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em pedagogia, porém, deverá ensinar a seus futuros alunos que é errado mentir e trair" Ok, jornalista é mentiroso e traidor. Se algum dos filhos dele leu essa pérola, não deve ter convidado o pai para a formatura.
De bom, tão somente há o que a leitura mostra sobre a preocupação da TV com o 'espetáculo' em vez da verossimidade. E um trecho que é a pura verdade mas que não diz nada de novo - o que diz que jornalista gosta de trabalhar contra o relógio. Poderia enumerar mais contradições e impropérios ditos por um cara que tem admiração de muita gente; mas em resumo eu apenas aconselho a não ler esse texto - é perda de tempo. O melhor título para o texto dele seria "Assim não é, se lhe parece". Noblat ganharia mais se tivesse ficado quieto - ou se baseasse o texto só na hipótese a respeito do fim dos diários impressos. E os professores talvez devessem indicar uma leitura mais proveitosa. Uma pena eu não ter conseguido falar tudo isso em sala, as mãos levantadas eram muitas e o foco foi desviado (graças a Deus?), o que me fez desistir.
Durante a aula, o professor Pellanda mostrou seu E-book aos alunos. Um mês depois, o jornal da Globo exibiria uma reportagem sobre esses modernos aparelhos - que estão virando moda nos EUA. A matéria, de Jorge Pontual pode ser conferida no link abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=aJR_9F6DGOc
Após esse primeiro momento, com tudo (comigo) mais calmo, na volta do intervalo fizemos a divisão das editorias. E qual não foi minha surpresa, ganhei por sorteio o direito de escrever uma coluna para nosso jornal (céus, nunca ganhara nada por sorteio, nem bolacha recheada). Fiquei contentíssimo com o "presente" e o resultado pode ser visto num dos posts anteriores, sob o título de 'Basta de Provincianismo'.
Gabriel Araujo
Mas o maior dos absurdos, disparadamente, está no trecho que diz "Tenho dois filhos que estudam jornalismo. Uma vez formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em pedagogia, porém, deverá ensinar a seus futuros alunos que é errado mentir e trair" Ok, jornalista é mentiroso e traidor. Se algum dos filhos dele leu essa pérola, não deve ter convidado o pai para a formatura.
De bom, tão somente há o que a leitura mostra sobre a preocupação da TV com o 'espetáculo' em vez da verossimidade. E um trecho que é a pura verdade mas que não diz nada de novo - o que diz que jornalista gosta de trabalhar contra o relógio. Poderia enumerar mais contradições e impropérios ditos por um cara que tem admiração de muita gente; mas em resumo eu apenas aconselho a não ler esse texto - é perda de tempo. O melhor título para o texto dele seria "Assim não é, se lhe parece". Noblat ganharia mais se tivesse ficado quieto - ou se baseasse o texto só na hipótese a respeito do fim dos diários impressos. E os professores talvez devessem indicar uma leitura mais proveitosa. Uma pena eu não ter conseguido falar tudo isso em sala, as mãos levantadas eram muitas e o foco foi desviado (graças a Deus?), o que me fez desistir.
Durante a aula, o professor Pellanda mostrou seu E-book aos alunos. Um mês depois, o jornal da Globo exibiria uma reportagem sobre esses modernos aparelhos - que estão virando moda nos EUA. A matéria, de Jorge Pontual pode ser conferida no link abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=aJR_9F6DGOc
Após esse primeiro momento, com tudo (comigo) mais calmo, na volta do intervalo fizemos a divisão das editorias. E qual não foi minha surpresa, ganhei por sorteio o direito de escrever uma coluna para nosso jornal (céus, nunca ganhara nada por sorteio, nem bolacha recheada). Fiquei contentíssimo com o "presente" e o resultado pode ser visto num dos posts anteriores, sob o título de 'Basta de Provincianismo'.
Gabriel Araujo
Módulo II - continuação
Gêneros Jornalísticos:
São as formas que o jornalismo assume quanto à sua linguagem e ao seu enfoque.
Opinativo
Informativo
Interpretativo
Diversional (Entretenimento)
Literário : O BOM JORNALISMO
Representa a imersão do repórter na realidade. O jornalista deve "gastar" o tempo que for necessário para conhecer efetivamente o objeto de seu trabalho. Esse tipo de jornalismo mantém fiel o compromisso com as premissas, tais como a factualidade e a veracidade. Ele não busca apenas um relato frio e distante, mas sim levar a vida das pessoas para as péaginas dos jornais e revistas.
MATÉRIA - Transformar uma notícia em texto
REPORTAGEM - Não é apenas uma narração dos fatos, mas também uma análise. Uma pesquisa embasa o trabalho. Conta com a capacidade intelectual do profissional e necessita de uma observação atenta e de uma sensibilidade por parte deste.
Lead (Lide)
Estão divididos entre: Sintético e Analítico.
É o resumo da notícia. Traz as principais informações do texto da notícia.
Sintético: Responde às perguntas "Que?"; "Quem?"; e "Quando?"
Analítico: Responde às perguntas do sintético mais "Onde?"; "Como?"; "Por quê?"
Pirâmide invertida
As partes mais importantes do texto devem estar, necessariamente, no começo. Nas últimas frases da notícia, colocar os detalhes dispensáveis, enquanto o primordial deve ficar no topo do texto. Não fazer "fechamento de ouro", pois o texto pode ser cortado.
São as formas que o jornalismo assume quanto à sua linguagem e ao seu enfoque.
Opinativo
Informativo
Interpretativo
Diversional (Entretenimento)
Literário : O BOM JORNALISMO
Representa a imersão do repórter na realidade. O jornalista deve "gastar" o tempo que for necessário para conhecer efetivamente o objeto de seu trabalho. Esse tipo de jornalismo mantém fiel o compromisso com as premissas, tais como a factualidade e a veracidade. Ele não busca apenas um relato frio e distante, mas sim levar a vida das pessoas para as péaginas dos jornais e revistas.
MATÉRIA - Transformar uma notícia em texto
REPORTAGEM - Não é apenas uma narração dos fatos, mas também uma análise. Uma pesquisa embasa o trabalho. Conta com a capacidade intelectual do profissional e necessita de uma observação atenta e de uma sensibilidade por parte deste.
Lead (Lide)
Estão divididos entre: Sintético e Analítico.
É o resumo da notícia. Traz as principais informações do texto da notícia.
Sintético: Responde às perguntas "Que?"; "Quem?"; e "Quando?"
Analítico: Responde às perguntas do sintético mais "Onde?"; "Como?"; "Por quê?"
Pirâmide invertida
As partes mais importantes do texto devem estar, necessariamente, no começo. Nas últimas frases da notícia, colocar os detalhes dispensáveis, enquanto o primordial deve ficar no topo do texto. Não fazer "fechamento de ouro", pois o texto pode ser cortado.
Módulo II --> TEXTO
Os textos postados abaixo ( Basta de provincianismo, 15 anos do Real e O sumiço das notas de R$1,00) foram escritos para o jornal publicado pelos alunos do primeiro semestre. Foram disponibilizadas 3 aulas para a elaboração das matérias. Acreditamos que foi desnecessário tanto tempo ter sido destinado a esse fim em aula, já que a maioria dos alunos escreveu seu texto em casa. Logo, ficávamos sem ter muito o que fazer em sala de aula. Consideramos a experiência muito válida pois tivemos que trabalhar em grupo, pois estávamos divididos em editorias.
Eu, Bibiane, escrevi junto à editoria de economia, enquanto o Gabriel escreveu a coluna de opinião. Sempre é proveitoso o aprendizado quando somos expostos a trabalhos em conjunto, pois a responsabilidade parece ser maior, ou seja, não podemos prejudicar um trabalho que não é só nosso.
p.s.: Enquanto isso, seguimos esperando ansiosos o jornal ficar pronto. Por isso, postamos na íntegra os nossos respectivos textos.
Eu, Bibiane, escrevi junto à editoria de economia, enquanto o Gabriel escreveu a coluna de opinião. Sempre é proveitoso o aprendizado quando somos expostos a trabalhos em conjunto, pois a responsabilidade parece ser maior, ou seja, não podemos prejudicar um trabalho que não é só nosso.
p.s.: Enquanto isso, seguimos esperando ansiosos o jornal ficar pronto. Por isso, postamos na íntegra os nossos respectivos textos.
O sumiço das notas de R$1,00
(texto escrito para o jornal da turma)
Muita gente já reparou que as notas de R$1,00 estão saindo de circulação e já se tornou raro encontrar a nota do beija-flor. Elas pararam de ser fabricadas pelo Banco Central em junho de 2007, para contenção de despesas.
Os bancos estão recolhendo as notas gradativamente e substituindo-as por moedas. As notas continuam sendo aceitas e não há data definida para que saiam de circulação. Enquanto uma nota é feita para durar em média 10 meses, as moedas têm vida útil de até 30 anos e, por isso, a troca é vantajosa.
A nota de R$1,00 foi lançada em 1994 e era tida como símbolo do Plano Real. Estima-se que ainda existam 500 milhões delas circulando no país, mas a cada dia o número reduz. As moedas de um centavo também serão retiradas, pois deixaram de ser utilizadas no comércio.
Bibiane Tarasconi
Muita gente já reparou que as notas de R$1,00 estão saindo de circulação e já se tornou raro encontrar a nota do beija-flor. Elas pararam de ser fabricadas pelo Banco Central em junho de 2007, para contenção de despesas.
Os bancos estão recolhendo as notas gradativamente e substituindo-as por moedas. As notas continuam sendo aceitas e não há data definida para que saiam de circulação. Enquanto uma nota é feita para durar em média 10 meses, as moedas têm vida útil de até 30 anos e, por isso, a troca é vantajosa.
A nota de R$1,00 foi lançada em 1994 e era tida como símbolo do Plano Real. Estima-se que ainda existam 500 milhões delas circulando no país, mas a cada dia o número reduz. As moedas de um centavo também serão retiradas, pois deixaram de ser utilizadas no comércio.
Bibiane Tarasconi
15 anos do Real
(texto escrito para o jornal da turma)
A medida provisória que implantou a Unidade Real de Valor (URV) no Sistema Financeiro Nacional completou 15 anos no dia 27 de fevereiro. Foi com essa medida que o governo iniciou a recuperação da economia, que se encontrava desestabilizada devido à inflação assustadora que assolava o país.
Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco, foi um dos principais idealizadores do plano que veio a regularizar gradualmente a economia. A crise financeira vinha se arrastando especialmente pelos dois últimos governos, o de José Sarney e Fernando Collor, até que foi controlada no mandato de Itamar Franco. Àquela época, os preços subiam 1,5% ao dia e as etiquetas dos produtos eram remarcadas de hora em hora. A população, preocupada, assim que recebia seu salário, corria para o supermercado e comprava o máximo que conseguia, sabendo que, a cada dia que passava, os preços subiam mais. Um ano antes à implantação do Real, a inflação chegou a cerca de 5.000%.
Em 1993, a moeda começou a estabilizar. O cruzeiro real foi trocado definitivamente pelo real em 1994, quando a inflação estava um pouco mais sob controle. O lançamento em circulação das cédulas e moedas do real deu-se a partir de 01 de julho de 1994. Embora os juros tenham se mantido altos após a implantação da nova moeda, o país cresceu 47% de 1994 até 2008.
Bibiane Tarasconi
A medida provisória que implantou a Unidade Real de Valor (URV) no Sistema Financeiro Nacional completou 15 anos no dia 27 de fevereiro. Foi com essa medida que o governo iniciou a recuperação da economia, que se encontrava desestabilizada devido à inflação assustadora que assolava o país.
Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco, foi um dos principais idealizadores do plano que veio a regularizar gradualmente a economia. A crise financeira vinha se arrastando especialmente pelos dois últimos governos, o de José Sarney e Fernando Collor, até que foi controlada no mandato de Itamar Franco. Àquela época, os preços subiam 1,5% ao dia e as etiquetas dos produtos eram remarcadas de hora em hora. A população, preocupada, assim que recebia seu salário, corria para o supermercado e comprava o máximo que conseguia, sabendo que, a cada dia que passava, os preços subiam mais. Um ano antes à implantação do Real, a inflação chegou a cerca de 5.000%.
Em 1993, a moeda começou a estabilizar. O cruzeiro real foi trocado definitivamente pelo real em 1994, quando a inflação estava um pouco mais sob controle. O lançamento em circulação das cédulas e moedas do real deu-se a partir de 01 de julho de 1994. Embora os juros tenham se mantido altos após a implantação da nova moeda, o país cresceu 47% de 1994 até 2008.
Bibiane Tarasconi
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Basta de Provincianismo
Sinceramente, não entendo esse orgulho que toma conta dos gaúchos, só de nascerem aqui pensam que são superiores. Os habitantes de um cantinho da América só faltam intitularem-se Deus, ainda assim há aqueles que cantam que Ele foi Maragato ou foi Chimango (bah, com certeza o Senhor deve ter tido uma preferência na Revolta Federalista). O pior de tudo é que esse sentimento está passando de geração em geração, ao invés de sumir no tempo. Porque a história não é contada realmente como é, ela é contada com cada vez mais mitos. Se se perguntar para um guri por que ele tem orgulho do Rio Grande, ou ele não saberá dizer ou dirá algo irreal. A grande maioria das pessoas não sabe o que de fato foi a Revolução Farroupilha, e as que sabem riem desse bairrismo banal.
A Revolução Farroupilha foi uma guerra, elitista, pela importação do charque, da qual a “República Rio-Grandense” saiu humilhantemente derrotada – derrota essa camuflada por um tal acordo de paz. O charque do Prata tinha impostos de importação reduzidos e era melhor, o que levava o Império a comprar do Uruguai e da Argentina. A concorrência arruinava a economia do RS. Nada além disso. Daí, vão os torcedorezinhos da Dupla Gre-Nal cantar “Sirvam nossas Façanhas de modelo à toda Terra”. Façanhas? Que façanhas? “Foi o vinte de setembro o precursor da liberdade” Liberdade? O hino do Estado é uma bela farsa.
Não digo aqui para que se acabe com a cultura, a diversidade cultural desse país é encantadora. Nem quero que nossas tradições sumam, elas são bonitas. Aliás, essa é a parte em que não há razão para vergonha e para fim. O mate amargo ao fim da tarde, o chamamé bem escrito e cantado, as belas letras da música nativista, as payadas, o fandango bem dançado, aquele churrasco cheio de manias, o truco, a vestimenta, são o que há de bonito no MTG. Pode-se gostar de toda essa lista e não sentir orgulho algum, e não concordar com os ideais separatistas do mesmo Movimento – dos quais eu tenho medo e desgosto. O problema está no revanchismo, cada vez mais aflorado entre os jovens “gaudérios e ilhados”. Deixem de ser provincianos!
Em vez de se separar, quiçá fosse menos pior se o Estado acabasse. Seria um a menos nesse nosso tão imundo Senado. Melhor parar por aqui, pois tudo permanecerá igual. Quem não conhece seu passado está fadado a repeti-lo.
(texto escrito para o jornal da turma)
Gabriel Lima Araujo
A Revolução Farroupilha foi uma guerra, elitista, pela importação do charque, da qual a “República Rio-Grandense” saiu humilhantemente derrotada – derrota essa camuflada por um tal acordo de paz. O charque do Prata tinha impostos de importação reduzidos e era melhor, o que levava o Império a comprar do Uruguai e da Argentina. A concorrência arruinava a economia do RS. Nada além disso. Daí, vão os torcedorezinhos da Dupla Gre-Nal cantar “Sirvam nossas Façanhas de modelo à toda Terra”. Façanhas? Que façanhas? “Foi o vinte de setembro o precursor da liberdade” Liberdade? O hino do Estado é uma bela farsa.
Não digo aqui para que se acabe com a cultura, a diversidade cultural desse país é encantadora. Nem quero que nossas tradições sumam, elas são bonitas. Aliás, essa é a parte em que não há razão para vergonha e para fim. O mate amargo ao fim da tarde, o chamamé bem escrito e cantado, as belas letras da música nativista, as payadas, o fandango bem dançado, aquele churrasco cheio de manias, o truco, a vestimenta, são o que há de bonito no MTG. Pode-se gostar de toda essa lista e não sentir orgulho algum, e não concordar com os ideais separatistas do mesmo Movimento – dos quais eu tenho medo e desgosto. O problema está no revanchismo, cada vez mais aflorado entre os jovens “gaudérios e ilhados”. Deixem de ser provincianos!
Em vez de se separar, quiçá fosse menos pior se o Estado acabasse. Seria um a menos nesse nosso tão imundo Senado. Melhor parar por aqui, pois tudo permanecerá igual. Quem não conhece seu passado está fadado a repeti-lo.
(texto escrito para o jornal da turma)
Gabriel Lima Araujo
A Cultura Digital - Interatividade, Atenção, Interconexão
A leitura desse texto, proposta pelos professores, de Rogério da Costa foi deveras interessante. Apesar de não tão atual - o que podemos perceber por certos exemplos nele citados (como Show do Milhão, A Casa dos Artistas, No Limite), ainda assim o conteúdo nos traz reflexão. Tanto traz que gerou uma aula bastante participativa em sala. Participação , aliás foi uma das marcas registradas de nossa turma - ao menos foi o que disseram o Pellanda e o Mércio. O texto mostra, principalmente, a introdução da interatividade nos meios de comunicação.
Por isso, ainda a respeito da internet, podemos dizer que foi ela quem “obrigou” os outros meios de comunicação a usarem da interatividade em seus programas. Hoje é dificílimo que exista algum programa de televisão e/ou de rádio sem a participação dos telespectadores e ouvintes através de e-mails, postagens em comunidades virtuais e até mensagens instantâneas via Messenger, do respectivo programa. Os próprios programas convidam a audiência a participarem de enquetes em seus sites e blogs, acessarem os conteúdos quase na íntegra disponibilizado na web e também enviarem sugestões e participações. Os que não têm esse aspecto interativo tornaram-se exceções, é o caso do "Debates Esportivos Sala de Redação" mediado e composto por jornalistas já experientes e ainda conservadores. Foi o surgimento dessa ferramenta que inspirou a coesão e a convergência de todos os meios de comunicação como o grande objetivo da tecnologia digital.
Sobre isso, diz o autor: "Até recentemente, as companhias de mídia tradicional rejeitavam a idéia de conduzir os telespectadores para a rede, pois temiam que esse desvio fosse canibalizar os índices de audiência. Mas elas rapidamente entenderam que a interação através da Internet, sobretudo de comunidades online, pode ajudar a desenvolver novos modelos de acompanhamento de conteúdo e de programação comercial. Testes de convergência da mídia tradicional e da mídia interativa comprovam que as pessoas estão usando a Internet como extensão de sua experiência costumeira com a programação televisiva".
"(...)
deixando claro que a demanda por participação e interação através da televisão vem crescendo conforme o apelo exercido pela expansão da internet".
Outro trechos interessantes:
"Muitos antevêem um futuro digital em que milhares de produtos e serviços poderão chegar à nossa residência através de um simples toque no controle remoto ou de um clique no mouse".
Anteveram certo, pois já chegamos a esse estágio. Esse trecho comprova que o texto já tem um certo tempo.
"Mesmo na internet, que é conhecida por suas possibilidades interativas, os participantes ativos de fóruns representam não mais que 10% da audiência;os outros 90% passam seu tempo apenas acompanhando as discussões".
O que se mantém até o presente momento, com os sites de relacionamento. Tanto é verdade que os integrantes que participam falam entre si como se se conhecessem pessoalmente.
"O que a TV digital interativa na Europa está nos ensinando é que as pessoas querem
formar suas comunidades, e as mídias, com seu conteúdo, podem ser um ótimo meio para isso. Um veículo de comunicação".
Parece que já ensinou.
"The Internet Archive (www.archive.org) é uma espécie de cemitério de dados digitais em que estão guardadas todas as páginas publicadas na Web desde o nascimento da rede"
Se 1/5 das pessoas soubessem disso... o índice de arrependimento, quanto à criação de certas páginas, já seria altíssimo.
A aula da discussão a respeito do que escreveu o Rogério da Costa foi de muito proveito; pois, além da conversa gerada sobre a interatividade nos meios de comunicação, situou-nos melhor a respeito de todas as modernidades que vêm aparecendo com toda a força no mercado - comercial e de trabalho.
A grande lástima disto tudo é que toda essa digitalização dos meios está longe de atingir à grande maioria. Atualmente apenas um quinto da população mundial tem acesso à internet – o principal meio de comunicação dessa discussão, pois é o gerador dessa tecnologia e fez/faz com que todos os outros se adaptassem/adaptem a ela. Considerando a totalidade dessa parcela, 43% encontra-se na América do Norte, 29% na Europa e 21% na Ásia (com destaque para o Japão). Realizando-se a soma, pode-se notar que, dos que usufruem as grandes vantagens que a web oferece, sobram somente 7% para as demais regiões do planeta - atribuídos a países em desenvolvimento e dos quais quatro vão para a América Latina (com destaque para o Brasil). Sem jamais esquecer que todos esses dados percentuais pertencem àquele um quinto de toda a população mundial. Ou seja, esses números mostram – e essa é a principal função deles – apenas o que tantos outros também mostram: a disparidade entre as regiões mais ricas e mais pobres do planeta.
Por isso, ainda a respeito da internet, podemos dizer que foi ela quem “obrigou” os outros meios de comunicação a usarem da interatividade em seus programas. Hoje é dificílimo que exista algum programa de televisão e/ou de rádio sem a participação dos telespectadores e ouvintes através de e-mails, postagens em comunidades virtuais e até mensagens instantâneas via Messenger, do respectivo programa. Os próprios programas convidam a audiência a participarem de enquetes em seus sites e blogs, acessarem os conteúdos quase na íntegra disponibilizado na web e também enviarem sugestões e participações. Os que não têm esse aspecto interativo tornaram-se exceções, é o caso do "Debates Esportivos Sala de Redação" mediado e composto por jornalistas já experientes e ainda conservadores. Foi o surgimento dessa ferramenta que inspirou a coesão e a convergência de todos os meios de comunicação como o grande objetivo da tecnologia digital.
Sobre isso, diz o autor: "Até recentemente, as companhias de mídia tradicional rejeitavam a idéia de conduzir os telespectadores para a rede, pois temiam que esse desvio fosse canibalizar os índices de audiência. Mas elas rapidamente entenderam que a interação através da Internet, sobretudo de comunidades online, pode ajudar a desenvolver novos modelos de acompanhamento de conteúdo e de programação comercial. Testes de convergência da mídia tradicional e da mídia interativa comprovam que as pessoas estão usando a Internet como extensão de sua experiência costumeira com a programação televisiva".
"(...)
deixando claro que a demanda por participação e interação através da televisão vem crescendo conforme o apelo exercido pela expansão da internet".
Outro trechos interessantes:
"Muitos antevêem um futuro digital em que milhares de produtos e serviços poderão chegar à nossa residência através de um simples toque no controle remoto ou de um clique no mouse".
Anteveram certo, pois já chegamos a esse estágio. Esse trecho comprova que o texto já tem um certo tempo.
"Mesmo na internet, que é conhecida por suas possibilidades interativas, os participantes ativos de fóruns representam não mais que 10% da audiência;os outros 90% passam seu tempo apenas acompanhando as discussões".
O que se mantém até o presente momento, com os sites de relacionamento. Tanto é verdade que os integrantes que participam falam entre si como se se conhecessem pessoalmente.
"O que a TV digital interativa na Europa está nos ensinando é que as pessoas querem
formar suas comunidades, e as mídias, com seu conteúdo, podem ser um ótimo meio para isso. Um veículo de comunicação".
Parece que já ensinou.
"The Internet Archive (www.archive.org) é uma espécie de cemitério de dados digitais em que estão guardadas todas as páginas publicadas na Web desde o nascimento da rede"
Se 1/5 das pessoas soubessem disso... o índice de arrependimento, quanto à criação de certas páginas, já seria altíssimo.
A aula da discussão a respeito do que escreveu o Rogério da Costa foi de muito proveito; pois, além da conversa gerada sobre a interatividade nos meios de comunicação, situou-nos melhor a respeito de todas as modernidades que vêm aparecendo com toda a força no mercado - comercial e de trabalho.
A grande lástima disto tudo é que toda essa digitalização dos meios está longe de atingir à grande maioria. Atualmente apenas um quinto da população mundial tem acesso à internet – o principal meio de comunicação dessa discussão, pois é o gerador dessa tecnologia e fez/faz com que todos os outros se adaptassem/adaptem a ela. Considerando a totalidade dessa parcela, 43% encontra-se na América do Norte, 29% na Europa e 21% na Ásia (com destaque para o Japão). Realizando-se a soma, pode-se notar que, dos que usufruem as grandes vantagens que a web oferece, sobram somente 7% para as demais regiões do planeta - atribuídos a países em desenvolvimento e dos quais quatro vão para a América Latina (com destaque para o Brasil). Sem jamais esquecer que todos esses dados percentuais pertencem àquele um quinto de toda a população mundial. Ou seja, esses números mostram – e essa é a principal função deles – apenas o que tantos outros também mostram: a disparidade entre as regiões mais ricas e mais pobres do planeta.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Módulo I --> WEB
PANORAMA GERAL
Introdução das mídias
*JORNAL: há cerca de 200 anos
*RÁDIO: há cerca de 80 anos
*TELEVISÃO: há cerca de 50 anos
Essa aula foi dedicada à exposição de conceitos visando o maior entendimento sobre o veículo de comunicação que mistura todas as outras mídias anteriores: a internet. A seguir exponho alguns tópicos comentados em aula que julguei importantes de serem recaptulados.
*INTERNET: há cerca de 15 anos (como mídia)
DE TODOS PARA TODOS
A mais recente das mídias foi financiada pelo Pentágono para fins de guerra. Era útil pois não podia ser facilmente "tirada de circulação", não podemos acabar com a rede.
A WEB são as páginas de navegação, ou seja, a web é uma das possibilidades existentes na internet. Tim Berners Lee foi o criador da web em 1993.
A evolução da estrutura da internet:
95 - modem discado
98 - cabo (banda larga)
99 - Wifi (net sem fio)
00 - ADSL
08 - 3G
Curiosidade: O site de buscas Yahoo foi criado quando dois adolescentes tiveram pela primeira vez a ideia de organizar as páginas da web para serem encontradas mais facilmente.
Considero que essa aula foi bastante proveitosa e esclarecedora.
Introdução das mídias
*JORNAL: há cerca de 200 anos
*RÁDIO: há cerca de 80 anos
*TELEVISÃO: há cerca de 50 anos
Essa aula foi dedicada à exposição de conceitos visando o maior entendimento sobre o veículo de comunicação que mistura todas as outras mídias anteriores: a internet. A seguir exponho alguns tópicos comentados em aula que julguei importantes de serem recaptulados.
*INTERNET: há cerca de 15 anos (como mídia)
DE TODOS PARA TODOS
A mais recente das mídias foi financiada pelo Pentágono para fins de guerra. Era útil pois não podia ser facilmente "tirada de circulação", não podemos acabar com a rede.
A WEB são as páginas de navegação, ou seja, a web é uma das possibilidades existentes na internet. Tim Berners Lee foi o criador da web em 1993.
A evolução da estrutura da internet:
95 - modem discado
98 - cabo (banda larga)
99 - Wifi (net sem fio)
00 - ADSL
08 - 3G
Curiosidade: O site de buscas Yahoo foi criado quando dois adolescentes tiveram pela primeira vez a ideia de organizar as páginas da web para serem encontradas mais facilmente.
Considero que essa aula foi bastante proveitosa e esclarecedora.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Primeira aula
A primeira aula que tivemos, no dia 5 de março, foi introdutória. Os professores Pellanda e Mércio distribuiram o cronograma do semestre e explicaram como seria o andamento das aulas. Teremos bases teóricas que serão acompanhadas de trabalhos práticos com todas as mídias. Acerca desses, criamos uma boa expectativa e esperamos que ela se confirme.
Apresentação
Porto Alegre, laboratório de jornalismo- PUCRS
Esse blog tem o objetivo de informar o andamento das aulas do primeiro semestre dos alunos de jornalismo da PUCRS, 2009-1. Através dele publicaremos o conteúdo discutido em sala e nossas opiniões a respeito.
Sejam bem-vindos e acompanhem as atualizações.
Alunos Bibiane e Gabriel
Esse blog tem o objetivo de informar o andamento das aulas do primeiro semestre dos alunos de jornalismo da PUCRS, 2009-1. Através dele publicaremos o conteúdo discutido em sala e nossas opiniões a respeito.
Sejam bem-vindos e acompanhem as atualizações.
Alunos Bibiane e Gabriel
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